quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Criar um filho até os 23 anos no Brasil custa até R$ 2 milhões
DO "AGORA"

Nos primeiros 23 anos anos de vida de um filho, os pais brasileiros chegam a gastar até R$ 2.086.602 para custear despesas como educação, lazer, saúde e vestuário.

Somente a fatia relacionada aos estudos em todo esse período de crescimento representa 34% desse total, o equivalente a R$ 703.644, segundo pesquisa feita pelo Invent (Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing)

A pesquisa faz cálculos para quatro classes sociais: A (renda maior que R$ 25 mil por mês), B (de R$ 6.000 a R$ 25 mil), C (de R$ 2.000 a R$ 5.999) e D (menos de R$ 2.000) --veja a tabela abaixo.

Os dados apontam que os gastos crescem com a idade. Até os quatro anos, por exemplo, o custo/ano vão até R$ 63 mil --dos 20 aos 23 anos chega a R$ 122 mil.

Para o presidente do Invent e responsável pela pesquisa, Adriano Maluf Amui, vale mais a pena usar da melhor maneira possível o que se tem no bolso e construir
uma família organizadamente do que viver de altos e baixos financeiramente.

"Planejar não significa adotar uma postura radical e inflexível, como muitos pensam. Um exemplo simples de planejamento é: se você investir R$ 100 por mês desde
o nascimento do seu filho em um investimento que renda 10% ao ano, aos 18 anos terá poupança de R$ 57.670", afirma.

LAZER CUSTA R$ 421 MIL

Os gastos com o lazer dos filhos (como cinema, clubes, festas de aniversário e viagens) podem chegar a R$ 421 mil em 23 anos, segundo a pesquisa. Esse valor é
para a classe A.

As classes B e C gastariam bem menos com lazer (R$ 94,8 mil e R$ 38,8 mil, respectivamente), de acordo com a pesquisa. A classe D reservaria valor mínimo para o lazer dos filhos: R$ 4.800 durante os 23 anos.

Tipo de gasto CLASSE A (acima de R$ 25) CLASSE B (de R$ 6.000 a R$ 25 mil) CLASSE C (de R$ 2.000 a a R$ 5.999) CLASSE D (até R$ 2.000)
Alimentação 115,2 mil 96 mil 45,8 mil 23 mil
Babá e adicional empregada doméstica 170,4 mil 151,2 mil zero zero
Energia, telefone e TV a cabo 59,4 mil 51 mil 15,6 mil 5.760
Alimentação escolar 46,8 mil 26,7 mil 15 mil zero
Berçário, ensino fundamental e médio e universidade 453,6 mil 206,4 mil 96 mil zero
Cursos diversos 56,5 mil 26,4 mil 16,8 mil zero
Materiais didáticos, livros, CDs e revistas 25,2 mil 21,6 mil 17,7 mil zero
Mesada 74,9 mil 52,4 mil 24 mil zero
Transporte 46,5 mil 32,4 mil 15,6 mil zero
Academia, clube e associações 56,8 mil 31,2 mil 14,4 mil zero
Cinemas, teatros e shows 30,2 mil 15,6 mil 9.600 4.800
Festas de aniversário 200,7 mil 24 mil 9.600 zero
Viagens, férias e passeios 133,2 mil 24 mil 5.200 zero
Fundos/investimentos 149,5 mil 28,8 mil 4.800 zero
Despesas diversas e farmácia 37,3 mil 21,2 mil 18,2 mil zero
Médicos particulares, pediatra e dentista 36,9 mil zero zero zero
Plano de saúde 83,5 mil 57,6 mil 56,4 mil zero
Brinquedos, informática, telefonia e novas tecnologias 160,7 mil 36,6 mil 15,6 mil zero
Roupas e calçados 148,8 mil 45 mil 26,8 mil 20,1 mil
Total 2,08 milhões 948,1 mil 407,1 mil 53,7 mil

Fonte: Invent

DO BERÇO

Quando o assunto é a chegada de um bebê na família, o que os pais costumam elencar primeiro são itens como berço, trocador, carrinho, mamadeira e enxoval. Mas gastos com parto, babá, pediatra, vacinas e até o aumento nas contas da casa devem entrar nessa lista.

Os gastos da família durante a gestação sobem de 20% a 30%, em média, segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos. E só aumentam durante os anos seguintes ao nascimento.

Para evitar problemas no orçamento, nove meses não bastam. Consultores sugerem se planejar com cerca de dois anos de antecedência e colocar tudo no papel para fugir do endividamento.

Para essa fase, o educador financeiro Mauro Calil recomenda: separe o que é desejo do que é necessidade, fuja das grifes e peça fraldas no chá de bebê.

O planejador Marcos Silvestre acrescenta: pesquise preços em diferentes áreas da cidade e monte uma planilha para, só depois, comprar.

Além disso, é preciso contar com os gastos do acompanhamento médico e com as despesas do parto, que chega a custar cerca de R$ 15 mil, segundo Calil.

Editoria de arte/Folhapress

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Consumo de ferro diminui risco de TPM, sugere estudo

Uma nova pesquisa feita por cientistas americanos indicou uma relação entre consumo de ferro e TPM (tensão pré-menstrual).

Investigadores da Universidade de Massachusetts e de Harvard investigaram os hábitos alimentares de 3.000 mulheres. Aquelas que indicavam ter uma dieta rica em ferro eram entre 30% e 40% menos propensas a ter TPM do que aquelas que consumiam quantidades baixas.
O trabalho, que será publicado no American Journal of Epidemiology, é um dos primeiros a analisar se o consumo de minerais na dieta está relacionado com o aparecimento da TPM.
É preciso sublinhar, porém, que o estudo não teve intervenção. Os cientistas só observaram a dieta das participantes, e não intervieram. Actividades físicas, peso, tabaco e outros factores foram levados em consideração, no entanto.
As mulheres no estudo preencheram questionários sobre os seus hábitos alimentares durante dez anos. Após esse período, 1.057 delas foram diagnosticadas com TPM, enquanto 1.968 permaneceram livres do problema.
Ajustando a ingestão de cálcio e outros factores, os cientistas então compararam a ingestão prévia de minerais indicada nos questionários. Eles compararam as quantidades entre as mulheres que tinham pouco ou nenhum sintoma menstrual com as identificadas com TPM.
«Descobrimos que as mulheres que consumiram ferro através de legumes e suplementos alimentares, ou seja, de fontes não ligadas directamente à carne, tiveram entre 30% a 40% menos risco de desenvolver TPM do que aquelas que consumiram menores quantidades de ferro», disse a Elizabeth Bertone-Johnson, uma das autoras do estudo.
Por outro lado, mulheres que consumiam quantidades elevadas de potássio tiveram mais hipóteses de ter sintomas da TPM, em comparação com as que tinham níveis baixos.
A pesquisadora afirma que o nível de ferro identificado para o menor risco de desenvolver TPM é de 20 miligramas diários. Uma quantidade superior à actual recomendação diária de 18 miligramas para mulheres antes da menopausa.
A cientista alerta, contudo, para os riscos do consumo excessivo.
«Como o consumo elevado de ferro pode ter outros efeitos sobre a saúde, as mulheres devem evitar consumir mais do que os níveis toleráveis, a menos que haja uma recomendação diferente do médico», disse Bertone-Johnson.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Marina sai em menos de um ano se for do interesse do governo", avaliou.



      • :

        • Financiamento expõe 'pirâmide social' da rede de Marina
        • São Paulo viu pulverização evangélica na última décadaMarina sai em menos de um ano se for do interesse do governo", avaliou.

          Doações. A Rede começa a montar uma estrutura de arrecadação para tentar bancar o custo de R$ 500 mil para buscar os apoios. O dinheiro servirá para criar uma estrutura mínima de coleta em todos os Estados, além do pagamento de uma empresa de auditoria que fará a verificação da autenticidade das assinaturas recolhidas. Entre os modelos criados, está o que os fundadores do partido escolhem um entre os quatro tipos de doação: R$ 10, R$ 50, R$ 90 ou um valor acima das três opções. Para aumentar a captação de recursos, será criada a figura do "mantenedor", que fará contribuições mensais, mas que não necessariamente será filiado. "Muita gente está doando. Estamos fazendo um esforço em busca de qualquer doação", declarou Neca. Além do gasto com a procura de assinaturas, há as despesas com a estrutura de comunicação, a manutenção do site e atendimento à imprensa. De acordo com a fundadora, esses valores só começarão a ser pagos à empresa que atende à Rede a partir de março. "Também estamos recolhendo doações para pagar o advogado que está cuidando de organizar o estatuto do partido", lembra André Lima, membro da Executiva da nova legenda.
          Se, por um lado, o grosso do financiamento vem dos fundadores, há uma militância incipiente, que passou a fazer contribuições mais modestas, e artistas do eixo Rio-São Paulo que, atraídos pela figura de Marina, devem ajudar na arrecadação - o cantor e ex-ministro Gilberto Gil e os atores Wagner Moura e Marcos Palmeira vão gravar um vídeo para ensinar as pessoas a preencherem as fichas.
          Professor de história da rede pública de Contagem, (MG), Otto Ramos ganha R$ 1.910 por mês. Foi a Brasília participar do lançamento da Rede por conta própria. Dividiu em 3 vezes a passagem aérea, de R$ 250, comprada numa promoção. Para economizar, optou inicialmente pela hospedagem oferecida por pessoas que moram em Brasília. Depois preferiu um hotel. Ramos contribuiu com R$ 50 para pagar as despesas do evento e comprou ainda duas camisetas para ajudar no rateio.
          O empresário paulista João Ramirez, que trabalha com desenvolvimento de produtos digitais, também foi ao encontro em Brasília. "Estou fazendo tudo o que posso para ajudar. Imprimi as fichas em casa e já distribuí para a minha família assinar. Também vou ver o que posso fazer na área da comunicação, que é do que eu entendo", afirmou Ramirez.
          Entusiasta da Rede, a estudante Michelle Portela, que faz doutorado na Unicamp, disse que vai trabalhar como voluntária. Ela pretende criar um circuito de debates nas universidades sobre o partido.
          A Rede espera recolher também algum recurso com artistas em eventos sociais ou através do crowdfunding, por meio do qual artistas captam recursos para seus projetos na internet. Nesse caso, os valores arrecadados na rede serão doados à Rede de Marina.



          será que marina está preocupada com o Brasil

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Congressista brasileiro é o segundo mais caro do mundo
Folha de S.Paulo

O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países, mostram dados de um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com a UIP (União Interparlamentar).

Cada um dos 594 parlamentares do Brasil --513 deputados e 81 senadores-- custa para os cofres públicos US$ 7,4 milhões (R$ 14,5 milhões) por ano.

Para permitir comparações, o estudo usa dados em dólar ajustados pela paridade do poder de compra --um sistema adotado pelo Banco Mundial para corrigir discrepâncias no custo de vida em diferentes países.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

so no  Brasil acontece isto"
O presidente da Câmara de São Bernardo, Tião Mateus (PT), encontrou um meio pouco convencional para avaliar os serviços prestados pela NotreDame Seguradora, empresa responsável pelo plano de saúde dos servidores do Legislativo.
Essa companhia operava os convênios até dezembro, quando foi encerrada licitação para contratar outra prestadora. A NotreDame venceu a concorrência e manteve a prestação de serviços. Mas o certame foi cancelado e Tião fez contrato emergencial, com a mesma NotreDame, por um valor maior do que havia estabelecido na licitação.
Pelo certame, a Câmara teria de repassar para a empresa R$ 280,3 mil mensais. E, agora, pelo contrato emergencial, são R$ 341,8 mil por mês, em que a NotreDame será avaliada por 90 dias.
No contrato antigo, a NotreDame oferecia aos usuários o plano básico no valor de R$ 322,79 por mês, e o plano superior, ao custo de R$ 387,36 mensais. Se o contrato novo fosse mantido, os valores seriam de R$ 271,80 para o plano básico e 326,17 para o plano superior, já incluso o atendimento para os assessores dos sete novos vereadores e seus dependentes, totalizando cerca de 800 beneficiados.
Segundo o chefe do Legislativo, a contratação temporária foi realizada para avaliar a atuação da prestadora de serviço. Segundo ele, a empresa não cumpriu as exigências da licitação, pois descredenciou de sua rede de atendimento alguns postos da cidade, como o Hospital Anchieta e o Hospital São Bernardo.
"Nesse período (de 90 dias), a empresa se prontificou a manter o mesmo padrão de atendimento do contrato antigo. Se isso não acontecer, vamos rescindir o contrato e abrir um outro processo licitatório", disse o petista.
A deficiência no atendimento da NotreDame mobilizou os diretores da empresa Santamália Saúde, que participou da concorrência na Câmara e ficou em segundo lugar. Os representantes da companhia encaminharam carta ao chefe do Legislativo, ressaltando as melhores condições comerciais de sua proposta: de R$ 290 no plano básico e R$ 406 no plano superior. Mais barato do que o atual valor cobrado pela NotreDame, mas era mais caro se a licitação que participou fosse mantida.
"Viemos reiterar nossa proposta, mais vantajosa que os preços atualmente praticados pela atual contratada", diz o documento.
Para o advogado Alberto Rollo, especialista em Direito Público, Tião Mateus não poderia ter realizado contrato emergencial para avaliar se a NotreDame cumprirá as exigências do edital. "Se a empresa que venceu a concorrência diminuiu a rede de atendimento, o contrato tem de ser extinto e um novo processo de licitação deve ser aberto", considerou o especialista.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Lauro quer verba para despoluir Billings

Diário do Grande ABC

 

O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), irá aplicar recurso do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na despoluição do braço da Represa Billings no bairro Eldorado. O investimento total será de quase R$ 35 milhões. O objetivo é garantir balneabilidade e transformar a região em polo turístico. A previsão é de que os serviços sejam feitos ao longo dos próximos três anos.
"Precisamos refazer toda a parte de esgoto e canalizar o córrego na divisa com São Paulo", comentou o chefe do Executivo. O curso d'água despeja detritos na represa, que abastece todo o Grande ABC. "Pretendemos transformar o local em área de entretenimento, lazer e fomentar o comércio na área em frente ao parque Fernando Vitor (de Araújo Alves)", acrescentou.
Apesar de a verba federal já ter sido liberada, o município ainda não tem acesso ao recurso, pois precisa que a Câmara aprove a CND (Certidão Negativa de Débito) e o CRP (Certificado de Regularidade Previdenciária). A previsão é de que os vereadores deem os pareceres sobre os documentos até a próxima semana.
Outra solicitação feita pelo prefeito é para que a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) providencie o desassoreamento de toda a extensão da margem da Billings em Diadema. A empresa confirmou que foi procurada pelo chefe do Executivo e diz estar à disposição para negociar o pedido. No entanto, não foram dados prazos.
Na manhã de ontem, Lauro se reuniu com o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni. O titular da Pasta garantiu que o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) irá desassorear o Córrego dos Monteiros e o trecho de Diadema do Ribeirão dos Couros.
Apesar do compromisso firmado, também não foi fixada data para que os trabalhos sejam feitos. "A frota de máquinas do Daee tem demanda muito grande, para atender aos 645 municípios do Estado. Vamos levantar qual máquina tem possibilidade de ser enviada, mas este assunto será tratado como prioridade", promete Giriboni.
O secretário afirmou que pedirá agilidade à Emae para que execute os serviços na Billings. A empresa, vinculada à Secretaria de Energia, é responsável pela manutenção de toda a área da represa.
JABOTICABAL
Não há previsão de quando o piscinão Jaboticabal, próximo à divisa da Capital com São Caetano e São Bernardo, saia do papel. "Depende de desapropriação com valor alto. A Prefeitura de São Paulo está avaliando a viabilidade ou não. Dependemos de um entendimento", disse o secretário.

Edital para concessão de piscinões será lançado neste mês
O secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, afirmou que o edital para a contratação de empresa que irá administrar os 45 piscinões da Grande São Paulo será publicado neste mês. "Entre cinco e seis meses, deveremos assinar o contrato. Para os próximos verões, já deve estar pronta a PPP (Parceria Público-Privada)".
A empresa escolhida também será responsável pela construção de sete dos novos 15 reservatórios previstos - oito já estão com projetos ou obras em andamento. O contrato, com duração de 20 anos, terá valor estimado em R$ 932 milhões. Além da limpeza, também deverão ser feitos serviços como manutenção de bombas, desassoreamento e vigilância. Atualmente, a responsabilidade pela conservação é das prefeituras.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

03/02/2013 - 05h00

Aposta é que custo de álcool de palha de cana diminua em três anos



O custo ainda é o principal obstáculo para o desenvolvimento do etanol celulósico no mundo. Mas produtores afirmam que, em três anos, pode ser mais barato produzir o combustível de segunda geração do que o tradicional.

"Em 2016, o custo do etanol celulósico será igual ou menor que o de primeira geração", afirma Oswaldo Godoy, gerente do CTC.

Segundo ele, em três anos será possível produzir etanol a partir de resíduos da cana com o custo entre R$ 1,10 e R$ 1,15 por litro. Hoje, o litro do etanol "tradicional" custa aproximadamente R$ 1,10.

"O custo do etanol celulósico é mais baixo do que o tradicional porque não traz o componente agrícola da primeira geração", diz Bernardo Gradin, da GraalBio.

Como nesse caso a matéria-prima são resíduos, o custo agrícola se restringe ao transporte dos insumos. Embora não sejam desprezíveis, os gastos ficam menores em relação à primeira geração.

Segundo Gradin, o setor busca produzir etanol celulósico por menos de US$ 0,40 o litro (R$ 0,80 por litro).

O principal entrave é o investimento industrial, que na segunda geração é 30% maior que o necessário para construir unidades tradicionais.

COMMODITY

A dinamarquesa Novozymes, produtora de enzimas necessárias no processo que dá origem ao etanol de segunda geração, diz que a tendência é de queda para o preço dessas substâncias.

"Um dia essa enzima vai se tornar uma commodity. Vamos ganhar dinheiro no volume, não vai ser no preço", diz Pedro Fernandes, presidente regional da Novozymes para a América Latina.

O diretor de bioenergia e tecnologia da Raízen, João Alberto Abreu, destaca as sinergias entre a produção tradicional e a segunda geração, porém é mais cauteloso. "É preciso comprovar a viabilidade econômica desse produto em escala comercial."

A ETH segue a mesma linha. "A tecnologia é amplamente conhecida. É preciso evoluir para um ponto que seja viável comercialmente, e vamos aguardar o momento adequado para isso. Não precisamos queimar etapas", diz Carlos Eduardo Calmanovici, diretor de tecnologia e inovação da ETH.