quinta-feira, 24 de julho de 2014




Além do IDH: conheça outros índices calculados pelo Pnud
  • IDHAD (Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade)
    O IDH é uma média e, como todas as médias, ele mascara a desigualdade no conjunto da população de um mesmo país. O IDH tradicional pode ser visto como um índice de desenvolvimento humano "potencial" e o IDHAD como um "real". O IDHAD será igual ao IDH quando não houver desigualdade Foto: Vagner Alencar/Blog Mural/Folha de S.Paulo
  • IDG (Índice de Desigualdade de Gênero)
    O indicador reflete desigualdades entre homens e mulheres a partir de dados sobre saúde reprodutiva, autonomia e atividade econômica. São levadas em consideração as taxas de mortalidade materna e as de fertilidade na adolescência; a proporção de assentos parlamentares e o nível educacional por cada gênero; e a taxa de participação no mercado de trabalho para cada gênero Foto: Ilan Pellenberg/Futura Press/Estadão Conteúdo
  • IPM (Índice de Pobreza Multidimensional)
    É um indicador que vai além do índice de pobreza de renda (medido pelo percentual da população que vive com menos de US$1,25 por dia). O índice identifica as privações em educação, saúde e padrão de vida nos domicílios. O relatório de 2014 apresenta estimativas de 91 países e é baseado em estatísticas nacionais Foto: Edson Silva/Folhapress
Fonte: Fonte: Pnud (Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento)



Saiba mais sobre o IDH
  • O que é?
    O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) abrange atualmente 187 países e serve para avaliar o desenvolvimento de um país e não apenas o seu crescimento econômico. Ele foi criado em 1990, mas os cálculos foram feitos retroativamente até 1980 para gerar uma série história mais longa a fim de dar um panorama mais amplo da evolução de um país. Foto: Arte/UOL
  • Como é composto o índice?
    O IDH leva em conta renda per capita, educação (média de anos de estudo e anos esperados de escolaridade) e expectativa de vida Foto: Thinkstock
  • Por que a posição de alguns países mudou em relação à divulgação dos anos anteriores?
    Houve uma mudança na metodologia e, por essa razão, foi preciso recalcular, com base nos novos critérios, os índices divulgados anteriormente para que eles pudessem ser comparados Foto: Shutterstock
  • O que mudou na metodologia?
    Foram estipulados limites máximo e mínimo para cada indicador (85 anos para expectativa de vida, 15 anos para a média de anos de estudo, 18 anos para a expectativa de escolaridade e 75 mil dólares de renda per capita). Houve mudança também na forma como os subíndices de educação são agregados Foto: Junior Lago/UOL
  • Por que a metodologia mudou?
    Havia críticas de que o IDH não dependia apenas das realizações do próprio país. Desse modo, os países em desenvolvimento estariam sendo "penalizados" por ainda estarem com as melhorias em andamento. Com a mudança, o Pnud passou a considerar com mesmo peso a expectativa de escolaridade e os anos de estudo Foto: Arte/UOL

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